Dentisteria

Medico dos dentes - o seu dentista

A Saúde é sua. Os Custos são Nossos.

A Saúde Oral é um componente crítico para a saúde geral em todas as idades. Por isso, pela sua Saúde, no seu Médico dos Dentes disponibilizamos na sua primeira consulta dentária um check-up médico completo. Este é um modo de saber e avaliar com detalhe as necessidades da sua Saúde Oral e o primeiro passo para ajudar os nossos pacientes a recuperar de forma completa todas as funções da sua boca.

ESTA CONSULTA TEM COMPROMISSO?

Não. A primeira Consulta Médica Dentária não tem qualquer compromisso para os Pacientes. Pois, a Saúde é Sua. Mas os Custos são nossos.

Queremos ajudá-lo a superar todas as barreiras na recuperação da sua Saúde Oral. Por isso, além de uma Consulta de Avaliação sem compromisso, caso decida trata-se numa Clínica Médico dos Dentes disponibilizamos ainda um plano de tratamento com pagamentos fracionados e ajustados às suas necessidades. Sem comprometer o seu orçamento familiar.

O QUE INCLUI A CONSULTA DE AVALIAÇÃO?

Todos os custos da sua primeira consulta serão suportados pelo Médico dos Dentes. Esta consulta inclui:

  • Diagnóstico Médico Completo (Saúde, Função, e Estética), realizado por uma equipa médica multidisciplinar;
  • Radiografia Panorâmica (também conhecida por ortopantomografia – raio-x panorâmico da sua boca);
  • Plano de Tratamento Integral (com tudo o que precisa de tratar, sem compromisso)

No seu Médico dos Dentes cada plano de tratamento é desenvolvido e pensado especialmente para si. Consoante as suas necessidades. Ficará a conhecer todos os pormenores acerca do seu tratamento na sua 1ª consulta. Receberá um Plano de Tratamento Integral sem qualquer compromisso. Nesse plano encontrará todas as orientações para recuperar completamente a sua Saúde Oral.

QUAL A CLÍNICA MAIS PRÓXIMA DE MIM?

O seu Médico dos Dentes tem ao seu dispor 9 clínicas dentárias em todo o país. Graças a esta cobertura geográfica todos os pacientes têm acesso aos melhores profissionais e a um tratamento único e totalmente personalizado.

PORQUE DEVO TRATAR-ME NO MÉDICO DOS DENTES?

O Médico dos Dentes conta com 16 anos a Sorrir junto dos seus Pacientes, sendo o mais antigo grupo de Medicina dentária em Portugal. Com mais de 100 mil pacientes tratados nas clínicas Médico dos Dentes, desde a sua fundação, em 2006.

No seu Médico dos Dentes tem ao seu dispor mais de 60 dentistas qualificados em todas as áreas da Medicina Dentária, que asseguram todos os tratamentos necessários. São equipas médicas qualificadas e experientes, nas mais diferentes especialidades da Medicina Dentárias. Preparadas para identificar e responder com as soluções de tratamento mais ajustadas ao seu caso.

Primeira consulta - Médico dos Dentes

Aproveite esta oportunidade, e marque já a sua primeira consulta, sem qualquer compromisso, num grupo com 16 anos de experiência na área da Medicina Dentária. Terá à sua disposição equipas multidisciplinares de dentistas prontas para esclarecer todas as suas dúvidas. Poderá ainda contar com meios de diagnóstico avançados para ficar a conhecer, em detalhe, o estado da sua Saúde Oral, logo na primeira consulta.

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Quais as diferenças entre periodontite e gengivite? - Médico dos dentes

Gengivite e periodontite: qual a diferença?

As doenças da gengiva podem ser divididas em 2 grandes grupos: as gengivites e as periodontites.

Se, por um lado, estas doenças são fáceis de prevenir com os cuidados de higiene adequados, por outro, a verdade é que milhares de portugueses acabam por ter o seu dia-a-dia afetado com estes problemas. Vejamos a diferença entre os dois processos, as causas e algumas medidas preventivas:

EXISTE DIFERENÇA ENTRE A GENGIVITE E A PERIODONTITE?

Sim. De um modo simples, ambas as doenças afetam os tecidos de suporte dos dentes. No entanto, existe uma grande diferença entre si: enquanto a gengivite corresponde a uma primeira fase da doença (ainda reversível), a periodontite (popularmente conhecida como «piorreia») é um estágio muito mais avançado e já irreversível da doença.

O QUE É A GENGIVITE?

A gengivite é uma inflamação da gengiva que tem como principais sintomas o sangramento, a vermelhidão e o inchaço dessas zonas. Nesta fase, os dentes continuam firmes e não ocorre nenhum dano irreversível dos tecidos ou do osso. No entanto, se não for tratada a tempo, a gengivite pode evoluir para um cenário mais grave e destrutivo para a saúde oral: a periodontite.

E A PERIODONTITE?

A periodontite surge, precisamente, da acumulação de tártaro ao longo do tempo e da inflamação não ter sido tratada. Neste caso, a camada interna da gengiva e o osso afastam-se dos dentes (formando as chamadas bolsas periodontais) e a placa bacteriana começa a migrar e a acumular-se também em zonas abaixo da linha da gengiva. Embora não costume causar dor, a periodontite pode ter vários sintomas, tais como: sangramento gengival, mau hálito, supuração (também designada por «pus»), alongamento e mobilidade dos dentes, e criação de espaços negros entre si. Para além disso, se não for diagnosticada a tempo, esta patologia pode mesmo originar a perda do dente.

QUAIS AS CAUSAS?

A principal causa destas doenças é a acumulação de placa bacteriana e o desenvolvimento de tártaro nos dentes. Para além disso, existem outros fatores de risco que podem contribuir significativamente para o aparecimento destas situações: o consumo de tabaco, uma predisposição genética, o stress, certos tipos de medicação, doenças sistémicas como a diabetes e alterações hormonais durante a gravidez ou a puberdade. Ainda assim, pode-se dizer que estes problemas surgem, sobretudo, devido a uma má higienização dentária.

O QUE DEVO FAZER?

A melhor solução para a gengivite e para a periodontite, assim como para os restantes problemas de saúde oral, é a prevenção. Neste sentido, mais do que escovar bem os dentes, é essencial que efetue uma limpeza completa da sua boca. Para tal, passe a escova por todas as superfícies dentárias e use o fio dentário para limpar não só os espaços entre os dentes, mas também a placa bacteriana que se acumula na gengiva, higienizando-a com cuidado. Lembre-se que um estado ótimo da gengiva implica uma cor normal e sem qualquer tipo de sangramento. Por isso, se as suas gengivas sangrarem ao passar o fio dentário ou a escovar os dentes, deve encará-lo como um indício de doença.

Marque a sua consulta de medicina dentária - Médico dos Dentes

Para garantir que a sua saúde oral é controlada por um profissional, não abdique de consultar regularmente o seu dentista. Desse modo, poderá efetuar limpezas profissionais e impedir que o tártaro se acumule nos seus dentes, evitando problemas nas gengivas e, sobretudo, preservando o seu melhor sorriso para a Vida.

Médico dos Dentes - Dentes do siso

Como é feita a extração dos sisos?

O tratamento dos dentes do siso é um dos temas que mais dúvidas suscita, junto dos Pacientes. Apesar de nem sempre serem retirados, uma das principais dúvidas está precisamente relacionada com o processo de extração. Sendo que, por vezes, estes molares não nascem completamente, será que a sua remoção pode ser feita usando o método mais comum (extração simples)?

O QUE SÃO DENTES DO SISO?

Os dentes do siso são os que surgem mais tarde na arcada dentária, na transição da adolescência para a fase adulta. Também conhecidos como “terceiros molares” (por serem os que se posicionam mais atrás, na boca), podem surgir nos dois maxilares (superior e inferior), num total de 4 dentes. Embora sejam bastante comuns, na realidade, estes dentes parecem estar a deixar de nascer completamente nas gerações mais novas, o que tem sido encarado como uma tendência na evolução da espécie humana.

COMO É FEITA A EXTRAÇÃO?

Caso a decisão médica passe pela extração dos dentes do siso, esse processo pode acontecer de duas formas diferentes, dependendo do seu estado de crescimento. Se estiverem completamente à vista, os dentes serão retirados com recurso à extração simples, utilizada na maioria dos dentes. Nesse processo, primeiro, os sisos são descolados do osso e da gengiva, para aumentar a sua mobilidade e, depois, removidos com maior facilidade e com a ajuda dos instrumentos médicos adequados. No entanto, se os dentes do siso estiverem inclusos, isto é, se os dentes não tiverem chegado a nascer completamente e permanecerem parcialmente cobertos com mucosa, o processo torna-se um pouco diferente. 

COMO É FEITA A EXTRAÇÃO DE DENTES INCLUSOS?

  1. Anestesia local – Inicialmente, é aplicada anestesia local na zona do dente.
  2. Incisão na gengiva – De seguida, é feito um pequeno corte da gengiva, para que o cirurgião consiga chegar ao dente.
  3. Remoção de osso e/ou odontosecção – Para que fique claramente visível, pode ser necessário proceder à remoção do osso e/ou ao corte do dente para facilitar o processo de extração.
  4. Extração do dente – Nesta fase, o dente já está pronto para ser extraído. Assim, o cirurgião usa os instrumentos necessários para descolá-lo e removê-lo, de forma semelhante ao que ocorreria numa extração simples.
  5.  Colocação de pontos – Terminada a extração, a zona é novamente fechada, sendo colocados pontos na gengiva.

EXISTEM OUTROS DENTES INCLUSOS?

Embora os dentes do siso sejam os dentes inclusos mais falados, existem outros dentes que podem não chegar a nascer completamente, como os caninos superiores e os incisivos laterais superiores, por exemplo. Assim sendo, estes dentes também poderão necessitar desta cirurgia ou de outro tipo de tratamentos no futuro. 

Como é feita a extração dos dentes do siso - Médico dos Dentes

Se possui dentes do siso, sejam inclusos ou não, marque uma consulta o quanto antes e avalie com o seu médico a necessidade de extraí-los, bem como os cuidados que deve ter.

Branqueamento dentário - Médico dos Dentes

Branqueamento dentário em casa é possível?

Os branqueamentos dentários são bastante procurados pelos Pacientes, na tentativa de melhorar a estética dos seus dentes. Existem vários remédios caseiros para fazê-lo, mas nem sempre são os mais aconselháveis. Os tratamentos recomendados e acompanhados por profissionais podem ser feitos de duas formas: em clínica ou em casa. 

EM QUE CONSISTE O BRANQUEAMENTO DENTÁRIO EM CASA?

Sim. Habitualmente considerada a primeira escolha, esta é uma técnica que requer um maior compromisso por parte dos Pacientes e, simultaneamente, uma supervisão atenta dos médicos dentistas.

Como o próprio nome indica, neste caso, o branqueamento é realizado em casa, normalmente durante a noite. Sendo aplicado com um gel de peróxido de carbamida ou hidrogénio e com o auxílio de moldeiras, este método tem a desvantagem de ser um pouco mais demorado, proporcionando uma mudança gradual da cor dos dentes.

E O BRANQUEAMENTO NO CONSULTÓRIO?

Nos tratamentos realizados em clínica, o procedimento é totalmente realizado por um médico dentista.

Em primeiro lugar, são tomadas as precauções necessárias para proteger as gengivas e secam-se as superfícies dentárias. Depois, é aplicado um gel que será o responsável pela ação branqueadora. Para além disso, em certas situações, poder-se- -á fazer incidir uma fonte luminosa nesse produto, para tornar o processo mais rápido.

De um modo geral, este tratamento é mais rápido, mas também um pouco mais caro, sendo utilizado, sobretudo, quando o Paciente apresenta alguma dificuldade em utilizar a moldeira corretamente ou pretende maior rapidez no branqueamento.

O QUE SE DEVE FAZER?

Ambos os tratamentos têm vantagens e desvantagens, pelo que apenas uma análise completa por parte do médico poderá ditar qual o mais indicado para si. Na verdade, a recomendação até poderá passar por uma combinação dos dois métodos.

Como é feita a extração dos dentes do siso - Médico dos Dentes

Seja como for, não se esqueça que quando realizados sem a orientação de um profissional, estes tratamentos podem transformar uma simples intervenção estética em problemas bastante sérios. Por isso, caso pretenda realizar um branqueamento dentário, consulte sempre o seu médico dentista e garanta o resultado que deseja, sem riscos associados.

Substituição de dentes - Médico dos Dentes

Os dentes podem crescer novamente?

Atualmente, a maioria dos Pacientes que precisa de substituir dentes perdidos fá-lo com recurso a próteses ou a implantes dentários. No entanto, com a evolução da ciência, a Medicina Dentária pode estar perto de revolucionar esta área clínica. O segredo são as células estaminais, também chamadas de células-tronco. Ora veja:

O QUE SÃO CÉLULAS ESTAMINAIS?

As células estaminais são células que têm a capacidade de se diferenciarem e se tornarem em vários tipos de células presentes no nosso organismo. Para além disso, apresentam a capacidade de se autorrenovarem e de se multiplicarem quase infinitamente. Deste modo, têm sido alvo de vários estudos para a melhoria de tratamentos e para a cura de várias doenças. Enquanto anteriormente estas células apenas podiam ser obtidas através do cordão umbilical ou de células embrionárias, hoje em dia também já podem ser retiradas de certas partes dos dentes. Recentemente, foram associadas a uma descoberta que pode revolucionar a Medicina Dentária.

QUAL FOI A DESCOBERTA?

Embora o tema já esteja presente na ciência há algumas décadas e ainda haja um longo caminho pela frente, um grupo de investigadores do Wyss Institute, em Harvard, pode ter dado um passo importantíssimo para a investigação científica. A equipa, liderada por David Mooney, foi capaz de gerar uma componente do dente (a dentina), utilizando as propriedades das células-tronco e lasers.

COMO É QUE O FIZERAM?

Numa experiência realizada com ratos, os investigadores expuseram a dentina e iluminaram-na com lasers de baixa potência. Ao incidir, essa luz do laser gerou algumas moléculas que continham oxigénio, mas que apenas viviam por frações de segundo. No entanto, antes de morrerem, estas moléculas foram capazes de originar uma reação em cadeia dentro das células estaminais e foi esse processo que fez com que as células-tronco se convertessem em dentina. De seguida, este procedimento já foi também aplicado em células de outros mamíferos e até em células humanas em laboratório, permitindo perceber melhor o funcionamento do laser e o potencial que este tratamento pode ter quando aplicado a seres humanos.

QUAIS SÃO OS BENEFÍCIOS?

Uma vez provada a sua aplicabilidade, este método pode trazer mudanças significativas para a Medicina Dentária. De facto, a possibilidade de fazer os dentes definitivos crescerem de novo, quase como se de uma terceira dentição se tratasse e com recurso ao potencial do nosso corpo, constitui uma nova forma de encarar a substituição dos dentes e pode rapidamente tornar as próteses e os implantes em soluções antiquadas. Dentes gerados a partir das nossas células estaminais podem garantir um encaixe mais preciso dos dentes e diminuir os riscos associados aos outros métodos. Além disso, a nível estético, a dimensão, a cor e a forma dos novos dentes também podem ser perfeitamente compatíveis com as dos dentes originais. Num plano mais alargado, esta descoberta também pode ter aplicações noutras áreas de investigação e noutro tipo de regenerações, como em músculos, ossos ou até outras células do corpo, aumentando a qualidade de vida dos Pacientes.

O QUE NOS RESERVA O FUTURO?

Embora este estudo tenha conseguido gerar uma componente dos dentes (a dentina), ainda são necessárias muitas análises até que seja realmente possível fazer crescer novamente um dente humano por completo. No entanto, a verdade é que, com o avanço da tecnologia, este cenário parece estar cada vez mais perto de se tornar uma realidade e podemos estar quase a assistir a uma evolução significativa na Medicina Regenerativa e, por consequência, na Medicina Dentária.

Dentes perdidos - Médico dos Dentes

Enquanto não dispomos de certezas relativamente à aplicabilidade e ao sucesso desta técnica, se tem falta de dentes, não se esqueça de substituí-los adequada e rapidamente. Para isso, consulte o seu médico dentista, analise as opções disponíveis, tire as suas dúvidas e faça a melhor escolha para si.

Dentes: 13 hábitos que podem estragá-los - Médico dos Dentes

13 hábitos que podem estragar os seus dentes

Diariamente, é frequente adotarmos vários comportamentos que se podem revelar bastante prejudiciais para a nossa saúde oral. Se quiser maximizar a qualidade dos seus dentes e gengivas, tenha em atenção os seguintes hábitos:

  1. Mastigar cubos de gelo – Embora muitas pessoas acreditem que mastigar cubos de gelo é bom para os dentes, a verdade é que fazê-lo pode desgastar seriamente o esmalte, causar fissuras bastante dolorosas ou até partir os dentes.
  2. Frutas desidratadas – As frutas desidratadas têm sido uma opção muito procurada para lanches saudáveis. No entanto, estes alimentos são tipicamente ácidos e pegajosos, podendo aderir aos dentes e permanecer na sua superfície durante mais tempo do que o habitual. Para evitar problemas, experimente enxaguar a boca depois consumir estas frutas, lavando bem os dentes, com a escova e o fio dentário.
  3. Consumo excessivo de citrinos – Quando utilizados em excesso, frutos e sumos à base de citrinos podem causar e/ou irritar aftas e causar erosão no esmalte, enfraquecendo os dentes.
  4. Café e chá – Para além de serem frequentemente consumidas com açúcar, estas bebidas também podem deixar a boca mais seca (um ambiente mais propício para o aparecimento de cáries) e manchar os dentes. Para reduzir os danos, evite adicionar açúcar e ingira bastante água.
  5. Má escovagem – Muitas pessoas optam por uma escova dura e acabam por esfregar os dentes com demasiada força (em vez de escová-los), aumentando a sua sensibilidade e irritando as gengivas. Para além disso, escovar os dentes mais do que 2/3 vezes por dia é excessivo e também poderá contribuir para o seu desgaste.
  6. Piercings na língua – Ainda que muitas pessoas optem por colocar piercings na boca, estes podem originar dentes partidos, danos nas gengivas e aumentar o risco de contrair infeções. Aconselhe-se com o seu médico para saber como evitar estes problemas.
  7. Usar os dentes como utensílio – Este é um hábito muito presente no dia-a-dia de algumas pessoas. Seja para abrir garrafas ou embalagens, são muitos os Pacientes que recorrem aos seus dentes como se de ferramentas se tratassem. Contudo, ao fazê-lo poderá parti-los, ferir a mandíbula ou até engolir algo acidentalmente. Utilize os instrumentos adequados.
  8. Doces duros – Para além da quantidade de açúcar presente nos doces, os produtos mais rijos podem mesmo gerar fissuras ou fraturas nos dentes.
  9. Refrigerantes – As enormes quantidades de açúcar e os ácidos associados a estas bebidas podem atacar seriamente o esmalte dentário. Além disso, as bebidas com cafeína podem reduzir significativamente a quantidade de saliva na boca.
  10. Roer as unhas – O hábito de roer as unhas, repletas de bactérias, pode gerar infeções na boca e no sistema digestivo.
  11. Comer constantemente – Comer várias vezes ao dia, sobretudo alimentos açucarados, contribui para que mais restos de alimentos se acumulem nos seus dentes, aumentando o risco de contrair cáries.
  12. Morder lápis – Embora seja uma prática comum nos estudantes, fazê-lo pode causar fissuras ou até fraturas nos dentes.
  13. Fumar – Existem várias consequências negativas para a sua saúde oral que advêm do ato de fumar, tais como manchas na superfície dentária, queda dos dentes por doenças nas gengivas ou até cancro da boca (lábio e língua).
consulta no dentista - medico dos dentes

Se costuma adotar algum destes comportamentos com frequência, faça um esforço e evite fazê-lo de hoje em diante. Os maus hábitos podem ser corrigidos e representam passos importantes para a manutenção de uma boa saúde oral.

Pasta de dentes branqueadora: faz bem ou mal aos dentes?

Pasta branqueadora: faz bem aos dentes?

Quando os nossos dentes estão saudáveis e cumprem a sua função sem problemas, é normal procurarmos melhorar também a sua aparência. Atualmente, existem inúmeras soluções que permitem corrigir pequenos detalhes que não gostamos ou até a sua cor. Neste último aspeto, muitos Pacientes recorrem a pastas branqueadoras, facilmente acessíveis no mercado. Ainda assim, saberemos realmente como funcionam estas pastas e que consequências podem ter para a nossa saúde oral?

COMO É QUE FUNCIONAM?

De um modo simples, as pastas branqueadoras utilizam componentes abrasivos na sua constituição. São esses elementos que permitem uma ação mecânica mais eficaz na superfície dos dentes, facilitando a remoção de manchas e criando uma sensação de brancura. No entanto, é importante perceber que esta limpeza é apenas auxiliar e superficial. As ditas pastas branqueadoras não branqueiam os dentes: apenas ajudam a remover manchas e retardam o aparecimento da pigmentação.

QUAIS PODEM SER AS CONSEQUÊNCIAS PARA OS DENTES?

Antes de comprar uma pasta branqueadora, deve ter em conta que se forem utilizadas com muita frequência e sem indicação do médico, estas pastas podem ser bastante abrasivas para os dentes, desgastando-os. De facto, embora existam várias pastas com diferentes níveis de abrasividade, uma má utilização destes produtos pode causar sensibilidade dentária, afetando o esmalte dentário e as gengivas. Dependendo da situação de cada Paciente, estas pastas até podem ser recomendadas pelo seu médico, mas sempre como parte integrante de um tratamento completo, para manter os resultados clínicos com uma utilização consciente e informada.

O QUE SE DEVE FAZER?

Se procura dentes mais brancos, o melhor é, sem dúvida, recorrer ao seu médico dentista. Recorde-se que as pastas branqueadoras não alteram realmente a cor dos dentes e podem mesmo causar problemas se não forem utilizadas com precaução. Por isso, uma análise completa por parte de um profissional de Medicina Dentária é a única forma de identificar o melhor tratamento para si, ajustando-o às suas necessidades e expectativas.

Medico dos Dentes - Branqueamento dentário

Um branqueamento dentário deve ser um processo simples e ao alcance de todos, portanto não arrisque fazê-lo sem a ajuda do seu médico e garanta que fica com o resultado desejado.

O que causa o tártaro e como removê-lo?

O que causa o tártaro e como removê-lo?

Se ainda nunca teve tártaro nos dentes, é provável que, pelo menos, já tenha ouvido falar da chamada «pedra nos dentes». Ora, se lavamos os dentes numa base diária, como é que este problema surge? E qual será a melhor forma de remover os resíduos que se colam aos seus dentes?

O QUE É?

De forma simples, pode-se dizer que o tártaro resulta do endurecimento e da calcificação da placa bacteriana. Desse modo, enquanto que a placa bacteriana é incolor, o tártaro assume a forma de um depósito duro que se forma sobre a superfície do dente, apresentando, habitualmente, cor amarelada ou acastanhada.

COMO SE FORMA?

Embora algumas pessoas tenham uma maior tendência para desenvolver tártaro e este problema se agrave com a idade, a formação do tártaro deve-se, sobretudo, a uma higiene oral inadequada. Quando as bactérias presentes na sua boca entram em contacto com os restos de alimentos, criam uma superfície sobre os dentes a que chamamos de placa bacteriana. Ora, se esta camada não for corretamente removida durante a higiene oral, acaba por reagir com minerais presentes na saliva, endurecendo ao longo do tempo e originando o tal depósito amarelado que se une ao dente.

QUAIS SÃO AS CONSEQUÊNCIAS?

Se não for tratado a tempo, o tártaro pode-se revelar altamente prejudicial. Vejamos as suas principais consequências:

  1. Dificulta a higiene oral – Por tornar a superfície mais áspera, pode complicar a escovagem e o uso adequado do fio dental.
  2. Favorece o aparecimento de cáries – As suas características simplificam o processo de aderência da placa bacteriana, podendo originar cáries com maior facilidade.
  3. Irrita as gengivas – Pode irritar os tecidos gengivais, inflamando e causando gengivite.
  4. Pode originar periodontite – A gengivite pode evoluir para periodontite, causando hemorragias e, na pior das situações, a perda dos dentes.
  5. Perda de cor – A nível estético, sendo relativamente poroso, contribui para o aparecimento de manchas e para a alteração da cor dos dentes.
  6. Mau hálito – Como consequência da inflamação dos tecidos, o tártaro pode originar mau hálito.
  7. Pode afetar outros orgãos – A saúde oral afeta todo o organismo e o tártaro não é exceção: é possível que as infeções na gengiva contaminem outros órgãos através do sangue, podendo, inclusivamente, chegar ao coração do Paciente.

O QUE DEVE FAZER?

Se não possui tártaro, é essencial que previna o seu aparecimento da melhor forma possível. Para tal, efetue uma escovagem de todas as superfícies dos seus dentes pelo menos duas vezes por dia, utilize o fio dentário e consulte periodicamente o seu dentista.

Se tiver tendência para desenvolver tártaro, beber muita água durante o dia pode ser uma boa forma de proteção. Poderá também usar uma pasta de dentes especificamente concebida para combater as bactérias e a formação de placa bacteriana. Para além disso, deverá evitar fumar ou consumir alimentos ácidos ou açucarados.

Por outro lado, caso apresente tártaro nos dentes, apenas o seu dentista o poderá remover eficazmente, através de um processo chamado «destartarização» que retira a placa e limpa os seus dentes e gengivas.

Tártaro dentário - Médico dos Dentes

Seja qual for o seu caso, lembre-se que prevenir o surgimento de doenças e consultar o seu dentista de forma regular é a única forma de garantir uma saúde oral perfeita a todos os níveis.

Medico dos Dentes - Tomo anticoagulantes: devo ter algum cuidado especial?

Tomo anticoagulantes: que cuidados devo ter?

Numa fase em que uma dentição completa e saudável é cada vez mais valorizada pelas pessoas, as doenças cardiovasculares são também uma realidade bastante presente no seu dia-a-dia. Nesse sentido, muitos dos Pacientes que recorrem a tratamentos dentários estão sob medicação de anticoagulantes. Se este é o seu caso, assegure-se de que essa informação é transmitida ao seu dentista. Saiba porquê:

O que são anticoagulantes?

Os anticoagulantes são medicamentos utilizados na prevenção e no tratamento de tromboses. Para isso, como o próprio nome indica, combatem os mecanismos que levam à coagulação do sangue.

Como é que influenciam os tratamentos?

Apesar de serem importantíssimos para a saúde dos Pacientes, os anticoagulantes têm uma consequência que pode condicionar alguns procedimentos clínicos. De um modo simples, o que acontece é que, por tornarem o sangue “mais fino”, os anticoagulantes dificultam o estancamento de hemorragias, aumentando o risco de sangramento e de outras complicações. Nesse sentido, as cirurgias orais não são exceção e os médicos dentistas devem prestar atenção a este processo.

O que se deve fazer?

Em primeiro lugar, no caso de tomar anticoagulantes, é essencial garantir que essa informação será passada ao seu médico dentista. Tendo conhecimento dessa situação, o seu dentista poderá falar com o médico que lhe receitou o medicamento e avaliar detalhadamente o seu caso, antes de tomar uma decisão. Neste processo, será medido o seu nível de coagulação comparativamente com o valor padrão. Para além disso, serão considerados outros fatores, como, por exemplo, as características do anticoagulante em causa, o historial clínico, as características e os comportamentos do Paciente, a eventual utilização de outros medicamentos em simultâneo e a duração e a complexidade do tratamento que vai realizar. Assim, será avaliado o risco de efetuar uma cirurgia continuando a tomar o anticoagulante, comparando-o com o perigo de suspender a medicação durante o tratamento.

Dependendo do caso, poderá não ser necessário interromper a medicação, controlando-se as hemorragias de outra forma. Com efeito, desde que o nível de coagulação esteja dentro dos valores recomendados, parar de tomar o anticoagulante poderá ser mais arriscado.

Medico dos Dentes - Consulta de medicina dentária

Seja como for, e por mais simples que o tratamento possa parecer, é extremamente importante que sejam solicitados exames detalhados a cada Paciente. Para isso, a sua colaboração é fundamental: avise sempre o seu médico da medicação que está a tomar e participe ativamente na preparação dos seus tratamentos.

Médico dos Dentes - Mau Hálito

Mau hálito: quais as causas?

Tecnicamente conhecido como halitose, o mau hálito é um problema que afeta muitos portugueses, condicionando a forma como encaram o seu dia-a-dia.

De facto, a ideia de que temos mau hálito pode afetar tanto a nossa autoestima, como o nosso relacionamento com os outros. Para compreendermos melhor este fenómeno, vejamos de que forma pode surgir e como é que o devemos tratar:

QUAIS SÃO AS CAUSAS DO MAU HÁLITO?

Existem mais de 80 causas associadas ao mau hálito. No entanto, para simplificar, podemos dizer que existem 2 motivos principais: os fisiológicos e os patológicos.

  • As causas fisiológicas estão relacionadas com o cheiro desagradável que sentimos ao acordar e podem ser facilmente resolvidas com a higiene oral. Neste caso, esse odor deve-se, sobretudo, à diminuição da produção salivar durante a noite. Pois a saliva é um elemento essencial para a limpeza dos dentes e para o combate às bactérias. Para além disso, dormir de boca aberta (uma vez que ajuda a secar a boca) e longos períodos sem comer, como acontece de noite (por levarem à libertação de vapores) também podem contribuir para o mau hálito.

  • As causas patológicas, por sua vez, estão relacionadas com outras partes do corpo e, por isso, são substancialmente difíceis de identificar. Problemas que afetem a garganta ou a respiração (como sinusites e amigdalites), a periodontite, doenças sistémicas (tal como a diabetes e a insuficiência renal, por exemplo), inflamações pulmonares ou do tubo digestivo, refluxo gastroesofágico e certos medicamentos são apenas alguns exemplos de complicações que podem estar na origem do mau hálito.

“Para simplificar, podemos dizer que existem 2 motivos principais: os fisiológicos e os patológicos.”

COMO É QUE SE DEVE TRATAR?

Para combater o mau hálito, assegure-se de que faz os possíveis para minimizar esta situação, no seu dia-a-dia. Entre outros aspetos, as seguintes dicas podem ser bastante úteis:

  • Faça uma higiene oral diária e completa – Utilizando todos os instrumentos recomendados pelo seu dentista e escovando também a língua.
  • Evite beber café, fumar ou ingerir bebidas alcoólicas – Uma vez que estes comportamentos contribuem para uma boca seca.
  • Não consuma alimentos demasiado condimentados – Comidas com alho e cebola, por exemplo, podem favorecer o mau hálito.
  • Mastigue pastilhas sem açúcar – Apesar de não substituírem a escovagem dos dentes, podem ajudar a retirar restos de alimentos dos seus dentes e, simultaneamente, favorecer o processo de salivação.
  • Evite jejuns prolongados – Uma vez que, como já vimos, se estiver muito tempo sem comer, o organismo pode expelir alguns vapores.
  • Beba chá verde – Estudo científicos provam que as propriedades deste tipo de chá têm um efeito antibacteriano e ajudam a combater temporariamente o cheiro desagradável da boca. Contudo, lembre-se que o consumo regular desta bebida também pode pigmentar os seus dentes.
  • Beba bastante água durante o dia – Para manter a boca hidratada.
Médico dos Dentes - Causas do mau hálito

Seja como for, se suspeita que pode ter mau hálito, o melhor é visitar o seu médico dentista rapidamente. Em clínica, e utilizando os meios de diagnóstico adequados, os profissionais poderão não só identificar com exatidão a causa do seu problema, como iniciar o tratamento mais adequado para resolvê-lo. Não adie mais, cuide da sua boca e melhore a sua qualidade de vida.